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Com a finalidade de aprimorar conhecimento e atender às necessidades dos produtores da região, a CCGL, por meio da Rede Técnica Cooperativa – RTC e em parceria com a UFRGS, realizam novos estudos focados no manejo de adubação nitrogenada em cobertura no milho.
Nessa etapa, que começou na primeira semana de novembro, foram instalados equipamentos para que durante os próximos três anos os pesquisadores monitorem e determinem o impacto dos fertilizantes nas emissões de óxido nitroso, que é um importante gás de efeito estufa, com um potencial de dano 298 vezes maior que o dióxido de Carbono (CO2).
Conforme o Professor da UFRGS Dr. Cimelio Bayer, logo teremos informações com relação à pegada de Carbono do milho produzido com diferentes fontes de Nitrogênio (N) e ficará mais claro qual fonte é mais amigável ao ambiente e eficiente para suprir N para a cultura na região central do RS. – Esse tipo de pesquisa tem sido bastante demandado pelo setor de lácteos, uma vez que a silagem de milho é a principal fonte energética para a bovinocultura de leite no Brasil, completa Cimelio.

Sobre o experimento
O experimento foi implantado no dia 05 de outubro de 2021, na área de pesquisa e tecnologia da CCGL e contou com a participação de pesquisadores da UFRGS e YARA. Conforme o Pesquisador da CCGL Jackson Fiorin, esta pesquisa visa comparar três fontes de nitrogênio (ureia comum, ureia protegida com NBPT e nitrato de amônio) em diferentes doses em cobertura, a fim de avaliar a probabilidade de perdas de nitrogênio e a eficiência de cada fertilizante na produção de grãos, silagem e estimativas na produção de carne e leite.

Fonte: CCGL